Máquinas de desigualdade

A crise não atinge todos os países por igual, nem somos todos iguais perante a doença. Internacionalmente, a crise é assimétrica e, internamente, a crise e a reação à crise são máquinas de produção de desigualdade. Por isso é preciso dosear as políticas e recusar a lógica única de otimização da proteção sanitária.

Ler mais em Público, 13 de abril de 2020
(texto escrito no âmbito de uma parceria com a Associação Portuguesa de Sociologia)

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