Ana Gomes e o civismo democrático

Estamos num momento político em que o avanço da extrema-direita está a pôr em causa consensos que dávamos por adquiridos. Hoje há forças abertamente racistas e xenófobas, que identificam o português comum com o homem branco. Quem preside à República não pode ser complacente com essas visões. A ditosa pátria nossa amada é nossa, de pessoas de todas as cores, origens, tamanhos, feitios e medidas, crenças e religiões diversas. É a nossa casa comum e não o sangue dos nossos avós. É uma ideia inclusiva e não um rótulo que exclui.

Um pensamento em “Ana Gomes e o civismo democrático”

  1. Muito bom o artigo no DN e quase me convenceste Paulo. Mas nao consigo esquecer algum populismo em muitas das intervenções de Ana Gomes nos últimos anos e a forma desastrada, e estou a ser simpatico, como “trata” o Estado de Direito.
    Ter como presidente alguém que julga e condena na praça publica socorrendo-se de um populismo que nunca vi no PS nao tem condiçoes para ser presidente de Portugal.
    Concordando que MRS também nao o sera, e pelos motivos que tao bem descreveste, nao me parece que Ana Gomes seja a alternativa.
    Abraço

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