A recondução e a independência

Aceita-se que o Primeiro-ministro imagine, porque o detém, que o poder executivo é tão forte em Portugal que deve autoinibir-se de fazer um juízo de mérito dos titulares de órgãos independentes para não os condicionar. Mas não se compreende porque há-de o Presidente da República partilhar tal entendimento quando é precisamente o facto de a nomeação ser feita por si que garante a independência que pode estar em causa.

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